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Adolescente de 17 anos é morta a socos e chutes por grupo de mulheres

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De acordo com testemunhas, elas teriam agredido Maria Gabriela Tomé, 17, porque ela teria um relacionamento amoroso com o marido de uma das autoras do crime

Uma adolescente de 17 anos foi assassinada a socos e chutes num posto de gasolina na região de Pirituba, Zona Norte de São Paulo, na madrugada dessa sexta-feira (8). Cinco mulheres, duas delas já identificadas, são suspeitas de envolvimento no assassinato. De acordo com testemunhas, elas teriam agredido Maria Gabriela Tomé, 17, porque ela teria um relacionamento amoroso com o marido de uma das autoras do crime.

Após o espancamento, a jovem foi socorrida por frequentadores do posto, que levaram Maria Gabriela até o pronto-socorro de Pirituba, onde ela morreu. Após ser acionada, a Polícia Militar identificou uma testemunha do crime. Com as informações fornecidas por ela, os policiais identificaram duas mulheres: Shirley Nascimento Barbosa, 27, e Vitória Cristina (idade não informada).

De acordo com o relato da testemunha, Shirley, Vitória e outras três mulheres ainda não identificadas iniciaram as agressões no pátio do posto, que fica na rua Coronel José Rufino Freire, em frente a uma comunidade onde costumam ocorrer bailes funk.

O motivo do crime, segundo a testemunha, seria passional. A vítima estaria saindo com o marido de Shirley.Segundo a mesma testemunha, a jovem morta estaria usando lança-perfume sozinha na hora do crime e teria também usado cocaína. Os policiais fizeram buscas na região, mas não localizaram as suspeitas. A Polícia Civil pediu ao posto que entregue imagens de câmeras para identificar as demais suspeitas.

NO CHÃO

Funcionários do posto relataram à reportagem que Maria Gabriela foi abordada pelas cinco mulheres em frente à loja de conveniência. Uma delas desferiu um soco, levando a jovem ao chão, onde foi chutada várias vezes na cabeça.”Ela já parecia estar morta quando levaram ela para o hospital. Ela já está bem debilitada antes do espancamento, estava usando lança-perfume”, disse um deles.

Tanto a jovem quanto as agressoras costumavam frequentar o posto. De acordo com um funcionário, duas das envolvidas voltaram ao local na noite de sexta-feira, horas após o crime para comprar cigarros e bebidas. “Esse crime é uma barbaridade. Mas aqui tem comunidades, violência. Aqui a criança chora e a mãe não vê”, afirmou um frentista. Com informações da Folhapress.

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