‘Internacionalização’ da Amazônia é coisa de quem acha que o Brasil não tem meio de defender-se de agressão externa

Tipos como o francês Emmanuel Macron pregam a “internacionalização da Amazônia” por avaliarem que o Brasil não tem meios de defender-se de agressão externa. É um erro grosseiro, como advertiu Carlos Blanco de Morais, catedrático da Universidade de Lisboa. Ele lembra que Exército brasileiro é um dos melhores do mundo em combate na selva, e conhece bem o terreno. Diplomatas defendem no governo que o Brasil passe a alardear sua expertise para inibir fantasias colonialistas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A ideia é fazer exercícios militares de grande visibilidade, na Amazônia, até para educar quem sonha invadir o Brasil para “salvar a Amazônia”.

Um sujeito chamado Stephen Walt publicou na revista Foreign Policy, dos EUA, o artigo “Quem vai invadir o Brasil para salvar a Amazônia?”

Após a redemocratização, o Brasil descuidou da defesa com base na crença ingênua de que a melhor defesa do pobre é a “força do direito”.

Pela lógica de “pobre bem comportado”, em vigor há anos, a segurança e o progresso do Brasil seriam decorrência da “confiança” dos ricos.

Diário do Poder

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