Empregabilidade é de 92% em Ciência da Computação e 79% em Sistemas de Informação

Avaliados com as notas mais altas pelo Ministério da Educação (MEC), os cursos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação da Faculdade de Informática (Fipp) da Unoeste continuam formando profissionais de sucesso, resultando em uma média de empregabilidade de 92% e 79% nessas graduações, respectivamente. Os egressos, que estão espalhados em empresas por todo o Brasil, comprovam a qualidade na formação desses profissionais.

 

É o caso dos noivos Dayane Fernanda Souza Peres e Gabriel Reis Jesus. Formados em dezembro de 2018 em Sistemas de Informação, os egressos, que se conheceram na Unoeste, tiveram que lidar com a distância um do outro por causa de excelentes propostas de trabalho.

Dayane atualmente é programadora júnior da empresa Benner, em Maringá (PR), e com apenas 24 anos a ex-aluna comemora o primeiro emprego pós-formatura já na área de desenvolvimento de sistemas. “Sempre tive vontade de atuar nessa área. Após a conclusão do curso resolvi arriscar e está dando muito certo. Trabalho no sistema de gestão de operadora de planos de saúde”, salienta.

A egressa conta toda a dedicação e superação para a conquista do sonho do diploma. “Tive muitos momentos de fraqueza, mas quando se tem apoio, é mais fácil conseguir superar qualquer obstáculo. Além de família, amigos e dos próprios professores, no início de 2018 conheci meu noivo dentro da sala de aula. Sem eles com certeza seria muito mais difícil conseguir essa realização. O Gabriel foi e é meu alicerce, uma pessoa que não me deixa desistir, que sempre me dá forças e que acredita muito em mim. A Fipp me deu esse grande presente ao longo da minha jornada enquanto acadêmica”, revela.

O noivo Gabriel, de 30 anos, atualmente trabalha na Governança Brasil (GOVBR), uma empresa que desenvolve soluções para gestão pública a nível municipal. A sede da empresa é em Blumenau (SC), porém, o egresso não precisou sair de Presidente Prudente, já que há uma sede na cidade. “Atuo como desenvolvedor de sistema, onde desenvolvemos uma ferramenta de migração de banco de dados que já está sendo utilizada em algumas prefeituras do estado de São Paulo”, explica.

Ele conta que a Fipp lhe ensinou muito não apenas em relação ao curso, mas também valores como amizade, já que fez grandes amigos na graduação, inclusive o corpo docente e a coordenação, que são pessoas muito especiais para ele. “Tive muita sorte neste sentido e já perto do fim da graduação encontrei uma pessoa que me iluminou e que me motivou ainda mais. A Dayane, além de noiva, é minha amiga e companheira. Alguns professores nos falaram que foi a nossa união que colaborou para concluirmos o curso, já que nos apoiamos nos estudos, nos trabalhos, nas provas, nos estágios, nunca deixando o outro desistir”, fala.

Rafael Júnior Henrique Silva tem 22 anos e se formou em Ciência da Computação em 2017. Trabalhando como desenvolvedor fullstack (o profissional que atua em várias partes do projeto de software) na empresa Operative Tecnologia, o egresso conquistou a vaga através de um estágio ainda durante a graduação.

De acordo com ele, que escolheu o curso por ter muita afinidade com computadores e matemática, a Fipp desde o começo lhe agregou muito conhecimento e graças a isso hoje se sente realizado profissionalmente. “Foi por meio da graduação que tive contato com a empresa, desempenhei um bom trabalho e agora estou contratado. Não quero parar de estudar e uma pós-graduação na Unoeste já faz partes dos meus planos”, diz.

Bruno Rodrigues Moreira Silva, de 24 anos, também formado em Ciência da Computação, porém em 2018, atualmente está trabalhando em São Paulo (SP), na Berghem Smart Information Security como analista de segurança júnior. Ele conta que a oportunidade de ingressar na empresa surgiu no seu último semestre de aula, na disciplina de Segurança. “Perguntei para o professor Adilson Eduardo Guelfi [que é pró-reitor de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão da Unoeste] como era o mercado e se ele conhecia empresas da área. Ele me indicou a Berghem e deu certo! Comecei em janeiro deste ano”, comemora.

De acordo com o egresso, o seu dia a dia consiste em analisar as aplicações sejam elas web ou mobile, procurando entender se existe algum problema do ponto de vista de segurança da informação. “Hoje, olhando onde eu atuo e conhecendo um pouquinho mais do mercado, o principal fator que a Fipp agregou à minha formação, acredito que seja o raciocínio lógico que precisamos na rotina de trabalho, um entendimento mais rápido de como está sendo construída uma aplicação”, salienta.

Para Márcio Zanardo, gerente de desenvolvimento da empresa Benner, de Maringá, uma das grandes empregadoras dos egressos da Unoeste, o grande diferencial dos profissionais e ex-alunos da instituição é a iniciativa e o interesse que eles demonstram desde o início. “Maringá tem se tornado um polo de empresas de desenvolvimento de software e as faculdades locais ficam muito aquém da demanda. Temos tido gratas surpresas com as contratações da região de Presidente Prudente. Em relação ao nível acadêmico, a empresa exige uma boa dose de aprendizado e adaptação, misturado com uma enorme vontade de crescer. Isso tem sido o diferencial que temos encontrado nos egressos da Unoeste, uma instituição que tem fornecido jovens com muita iniciativa e que possuem conceitos de desenvolvimento de software com um bom nível de entendimento para um recém-formado”, conta.

Vestibular 2019

Ainda dá tempo de se inscrever para o vestibular e ingressar este ano na Fipp/Unoeste. O processo seletivo de inverno, na modalidade presencial, tem no total mais de 60 cursos de graduação. As provas serão realizadas nos dias 26 (1ª fase de Medicina) e 30 de junho (2ª fase de Medicina e demais cursos). Mais informações e inscrições através do site do vestibular.

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