Paulo Guedes disse nesta terça (10) que o coronavoucher pode voltar em 2021, se houver nova onda da pandemia.

“Deixamos bem claro para todo mundo. Se houver uma segunda onda no Brasil, temos já os mecanismos. Digitalizamos 64 milhões de brasileiros. Sabemos quem são, onde estão e o que eles precisam para sobreviver”, afirmou o ministro, em teleconferência com a agência Bloomberg.

“Se uma segunda onda nos atingir, aí iremos aumentar mais [os gastos]. Em vez de 8% do PIB, provavelmente [vamos usar] desta vez metade disso. Porque podemos filtrar os excessos e certamente usar valores menores”.

O Antagonista

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