Início Brasil Maior reservatório de água de SP opera com 39% da capacidade

Maior reservatório de água de SP opera com 39% da capacidade

25
Mesmo com os níveis das represas semelhantes a 2013, quando uma crise hídrica assolou o estado, a Sabesp diz estar preparada para qualquer cenário

O nível de água do Sistema Cantareira está em queda. O principal reservatório que abastece a cidade de São Paulo e municípios da Região Metropolitana operou com 39% da sua capacidade nesse sábado (18). Segundo a Companhia de Saneamento Básico de São Paulo (Sabesp), na sexta-feira (17), o índice era 0,2% maior que o de sábado.

O reservatório está em estado de alerta desde o dia 29 de julho, quando ficou abaixo de 40% da sua capacidade. Como explica o ‘G1’, nessas condições, a quantidade de água que a Sabesp pode retirar do manancial é reduzida de 31 mil litros por segundo para 27 mil litros por segundo.

Desde a crise hídrica que assolou o estado em 2014 e 2015, o Cantareira teve a sua região de abastecimento reduzida, mas, mesmo assim, ainda chega à casa de 7,4 milhões de pessoas só na Região Metropolitana de São Paulo. Durante estiagem, os sistemas Guarapiranga e o Alto Tietê passaram a absorver parte dos clientes para aliviar a sobrecarga do Cantareira.

Veja os índices de armazenamento registrados nas principais represas da região:

Cantareira: 39%

Alto Tietê: 51,3%

Guarapiranga: 60,5%

Alto Cotia: 53,9%

Rio Grande: 76,6%

Rio Claro: 60,3%

Sabesp nega nova crise hídrica

A Sabesp nega a possibilidade de racionamento de água e de uma nova crise hídrica. Durante a última estiagem, em 2014, a solução encontrada pela instituição foi bombear água do volume morto da Cantareira. Naquela altura, o volume do reservatório atingiu 29,6%. Às vésperas da crise, em 2013, o sistema Cantareira operava com uma média 44,11% de sua capacidade.

Especialistas têm demonstrado preocupação com os níveis de água atuais. Mesmo com um desabastecimento semelhante a 2013, a Sabesp informou que está preparada para qualquer cenário.

“Todas as condições criadas para maior segurança hídrica como obras, combate a perdas, consumo menor pela população e uma gestão eficaz dos sistemas permitem que a produção de água atual seja suficiente para atender a demanda de quase 20 milhões de pessoas na região metropolitana de São Paulo”, diz nota da empresa emitida no início deste mês.

Notícias ao Minuto

Comentários

comentários

Carregar mais em Brasil

Deixe um resposta

Seu email não será publicadoOs campos marcados são obrigatórios *

Quer mais? Veja isso.

Ministério pede imunização contra febre amarela antes do verão

Alerta vale para áreas de risco, incluindo estados do RJ, MG e SP D iante da proximidade d…