Ministro cobrou do Congresso aprovação de crédito suplementar de R$ 248 bilhões e da reforma da Previdência para sanar as contas públicas e manter os gastos previstos.

“Ao não aprovar o crédito extra, o Congresso trava os recursos necessários para programas como o Bolsa Família e dinheiro para pagamento de aposentadorias”, afirmou, nesta terça-feira (14), o ministro da Economia, Paulo Guedes na comissão mista do Orçamento na Câmara dos Deputados.

 

 

Segundo o ministro, sem o crédito, os pagamentos de subsídios param em junho, de benefícios assistenciais em agosto e, do Bolsa Família, em setembro.

“Tenho que apostar que o Congresso vai aprovar o crédito suplementar”, completou ele.

 

“Não é o governo. O Congresso, ao não aprovar, travou. Porque se vocês não derem crédito, a despesa não pode ser feita. Então o Congresso resolveu travar o Bolsa Família, travar o Plano Safra, travar os benefícios de prestação continuada, travar os pagamentos do INSS”, afirmou. “A máquina trava.”

 

No entanto, Paulo Guedes afirmou não contar compossibilidade e disse acreditar que os recursos suplementares serão aprovados pelos parlamentares. “Já fez antes, vai fazer de novo.” A chamada “regra de ouro” impede o governo federal de se endividar para pagar despesas correntes, como salários, Previdência Social e benefícios assistenciais.

ceara.com

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