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Fraudes no INSS: Mais de 300 anúncios fraudulentos no Facebook e Instagram, que utilizam logomarcas do governo federal para enganar aposentados com promessas de indenizações falsas.
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Desafios perigosos: A morte de uma criança após participar de um “desafio do desodorante” no TikTok, evidenciando a falta de moderação eficaz.
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Uso indevido de marcas: Anúncios com logotipos da Anvisa para venda irregular de medicamentos.
criticaram a iniciativa, classificando-a como tentativa de “censura” e destacando que as redes foram cruciais para pressionar o governo a recuar em medidas como o aumento do IOF. Já
elogiou a ação, apontando a necessidade de punir crimes como fraudes e violência nas plataformas. Outros, como
, expressaram preocupação com a possibilidade de o STF, via Toffoli, antecipar medidas que restrinjam conteúdos gerados por IA, alertando para os riscos de controle estatal sobre o discurso público.
, acusam o governo e o STF de buscarem “censura pura e simplesmente”, enquanto apoiadores veem a medida como necessária para proteger a população de crimes digitais. O julgamento, se retomado, pode redefinir as responsabilidades das redes sociais no Brasil, com impactos no funcionamento de plataformas como Meta, TikTok e Kwai.















