O secretário de Estado Marco Rubio ao lado do presidente Donald Trump durante reunião com o Gabinete na Casa Branca (Foto: EFE/EPA/Samuel Corum/ POOL)
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Washington, 28 de maio de 2025 – O governo dos Estados Unidos anunciou hoje a imposição de restrições de visto a autoridades e indivíduos estrangeiros acusados de censurar cidadãos ou empresas americanas, com indicações de que agentes brasileiros estarão na lista. A medida, liderada pelo Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, visa combater ações que suprimem a liberdade de expressão, especialmente em plataformas digitais.
A decisão ocorre em meio a tensões envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, com destaque para o ministro Alexandre de Moraes, que tem sido alvo de críticas por decisões judiciais que resultaram na suspensão de perfis de redes sociais, incluindo de cidadãos americanos. Essas ações geraram conflitos com figuras como o ex-presidente Jair Bolsonaro e o empresário Elon Musk, dono da rede social X, que acusam Moraes de restringir liberdades digitais.
De acordo com informações divulgadas em posts na plataforma X e em reportagens recentes, as sanções americanas podem atingir indivíduos ligados a decisões judiciais que impactaram a liberdade de expressão de cidadãos dos EUA no Brasil. Embora nomes específicos de brasileiros alvos das sanções não tenham sido confirmados, fontes indicam que o governo brasileiro está em negociações com os EUA para evitar a inclusão de Moraes na lista.
A administração do presidente Donald Trump, recém-empossado, demonstrou apoio a argumentos que apontam ameaças à liberdade de expressão no Brasil, o que intensifica o debate sobre as relações bilaterais. As medidas de restrição de visto incluem a proibição de entrada nos EUA para os indivíduos sancionados, além de possíveis sanções financeiras.
O governo brasileiro ainda não se pronunciou oficialmente sobre as sanções. A situação promete gerar desdobramentos diplomáticos, com o Brasil buscando equilibrar a defesa de sua soberania judicial e a manutenção de boas relações com os Estados Unidos.
Fonte: Informações baseadas em comunicados oficiais e posts na plataforma X.















