Em uma revelação que intensifica as tensões diplomáticas entre Washington e Caracas, os Estados Unidos anunciaram a localização de 63 bunkers subterrâneos distribuídos estrategicamente por todo o território venezuelano.
A operação, batizada de “Poseidón”, envolveu tecnologia avançada de espionagem, infiltrados e informantes dentro das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB), e representa um novo capítulo na escalada de confrontos entre o governo de Donald Trump e o regime de Nicolás Maduro.
De acordo com fontes do Pentágono e do Departamento de Estado americano, citadas em relatórios exclusivos divulgados por veículos como a Valver Noticias, esses bunkers variam de refúgios militares simples a centros de comando ocultos, muitos desconhecidos até para altos escalões do governo chavista.
A descoberta ocorre em meio a uma onda de pressões militares e econômicas dos EUA contra a Venezuela, incluindo o envio de navios de guerra para o Caribe e o aumento da recompensa pela captura de Maduro para US$ 50 milhões, sob acusações de envolvimento com o narcotráfico via “Cartel de los Soles”.A Operação Poseidón: Tecnologia e Infiltração no Coração do RegimeA operação Poseidón, desenvolvida por agências como a CIA e a NSA, utilizou drones hipersônicos, inteligência artificial e sensores de penetração geológica para mapear as estruturas subterrâneas. “Esses bunkers estão equipados com sistemas de comunicação criptografados, reservas de armamento e até túneis de evacuação que se conectam a áreas urbanas”, revelou uma fonte anônima ligada ao Departamento de Estado em entrevista à Valver Noticias.
A vigilância incluiu análises térmicas e satelitais, detectando atividade constante em pontos sensíveis.Entre as novas localizações confirmadas, destacam-se bunkers na Base Aérea Generalísimo Francisco de Miranda (La Carlota), em Caracas, e no terminal presidencial do Aeroporto Internacional de Maiquetía. Esses sítios, segundo os relatórios, exibem movimentações logísticas noturnas e servem como abrigos de emergência para líderes do regime. Inicialmente, os EUA já haviam identificado estruturas em zonas rurais e fronteiriças, mas os 63 bunkers agora mapeados cobrem todo o país, de áreas costeiras a regiões remotas.Parte das informações veio de oficiais ativos da FANB, que, sob anonimato, colaboraram com os EUA. “Muitos não acreditam mais no projeto bolivariano, mas não podem sair.
O Poseidón oferece uma via segura para filtrar dados sem detecção”, explicou a fonte americana. Essa rede de confidentes internos acelerou o mapeamento, expondo vulnerabilidades no sistema de defesa venezuelano.Reações em Caracas: Paranoia e Medidas DrásticasO governo de Nicolás Maduro não emitiu comentários oficiais sobre a revelação, mas fontes internas indicam um estado de alerta máximo. Nos últimos dias, o regime intensificou purgas no alto comando militar, bloqueou comunicações em zonas sensíveis e aumentou detenções arbitrárias de técnicos e suspeitos de colaboração. Maduro, que já foi transferido para um bunker de segurança máxima em agosto após uma operação militar americana no Caribe, mobilizou recentemente 25 mil tropas para combater o narcotráfico, em resposta às pressões de Washington.Analistas internacionais veem na descoberta um sinal de fraqueza do regime chavista.
“A Venezuela tem um arsenal militar defasado, limitado por sanções, e esses bunkers eram sua última linha de defesa secreta”, comentou um especialista do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS) ao G1. A paranoia em Caracas se reflete em discursos inflamados: Maduro denunciou os EUA como um “império em declínio” e mobilizou 4,5 milhões de milicianos para “defender os mares, céus e terras”.Implicações Regionais e Globais: Um Tabuleiro em ReconfiguraçãoA notícia dos 63 bunkers já reverbera na América Latina.
Países vizinhos como Colômbia, Brasil e Guiana solicitaram relatórios detalhados aos EUA, temendo que as estruturas estejam ligadas a operações transfronteiriças de narcotráfico ou contrabando de armas. O Brasil, por meio do assessor Celso Amorim, reafirmou sua oposição a intervenções externas, alertando para riscos de instabilidade continental semelhantes à invasão do Panamá em 1989.Potências aliadas de Maduro, como Rússia e China, optaram pelo silêncio, mas há suspeitas de que ajudaram na construção de alguns bunkers.
Analistas apontam que a revelação pode justificar novas sanções ou até ações militares limitadas dos EUA, como bloqueios navais ou ataques a alvos de drogas. “Isso reconfigura o equilíbrio geopolítico na América do Sul, com o Caribe se tornando um palco de confronto”, alertou o historiador Rodolfo Queiroz Laterza.Enquanto isso, a população venezuelana enfrenta uma crise agravada: inflação galopante, escassez de alimentos e repressão política. Manifestações populares contra Maduro ganharam força nas ruas, com gritos de “queda do ditador” ecoando em Caracas. Os EUA, por sua vez, mantêm o tom firme: o secretário de Estado Marco Rubio classificou o regime como uma “organização criminosa”, e o envio de três destróieres de mísseis guiados para a costa venezuelana reforça a demonstração de força.
O Futuro Incerto: De Bunkers a Batalhas DiplomáticasCom os 63 bunkers expostos, o regime de Maduro parece mais isolado do que nunca. Especialistas preveem que a operação Poseidón possa evoluir para ações mais concretas, dependendo da resposta de Caracas. “É tic-tac para o chavismo”, comentou um observador nas redes sociais, ecoando o clima de urgência.
Enquanto Washington reforça seu monitoramento, a Venezuela caminha sobre ovos, com o mundo atento a possíveis desdobramentos que poderiam alterar o mapa político da região.Esta matéria é baseada em relatórios de inteligência e fontes oficiais americanas, com atualizações em tempo real.
O governo venezuelano foi contatado para comentários, mas não respondeu até o fechamento desta edição.















