O secretário de Estado Marco Rubio ao lado do presidente Donald Trump durante reunião com o Gabinete na Casa Branca (Foto: EFE/EPA/Samuel Corum/ POOL)
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Na data de hoje, 12 de maio de 2025, o governo dos Estados Unidos emitiu um alerta urgente, solicitando que todos os cidadãos americanos e residentes permanentes legais que se encontram na Venezuela abandonem o país imediatamente.
O Departamento de Estado reforçou a proibição de viagens à Venezuela, classificando-a como destino de alto risco devido à possibilidade de detenções arbitrárias, torturas e ausência de devido processo legal pelo governo de Nicolás Maduro.
A medida ocorre em meio a tensões diplomáticas crescentes, exacerbadas por denúncias de fraudes envolvendo petróleo venezuelano, que estaria sendo rebatizado como brasileiro para burlar sanções americanas, em um esquema estimado em mais de US$ 1 bilhão.
Além disso, a recente libertação de seis cidadãos americanos detidos na Venezuela, após negociações entre o enviado especial de Donald Trump, Richard Grenell, e Maduro, em janeiro de 2025, evidencia os riscos de detenções injustas.
O alerta destaca que as autoridades venezuelanas podem não notificar a Embaixada dos EUA sobre detenções de cidadãos americanos, e o acesso consular pode ser negado ou atrasado. A falta de presença diplomática americana no país, desde a retirada de diplomatas em 2019, dificulta a assistência a cidadãos em perigo.
Recomendações do Departamento de Estado:
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Sair da Venezuela imediatamente por meios comerciais ou privados, enquanto disponíveis.
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Evitar qualquer viagem ao país devido ao risco de detenções sem justificativa.
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Contatar o Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) para dúvidas sobre status migratório ou proteção temporária (TPS).
A situação política e econômica na Venezuela, marcada por sanções americanas e crise humanitária, continua instável, contribuindo para a deterioração da segurança de estrangeiros no país. O governo dos EUA não forneceu detalhes adicionais sobre eventos específicos que motivaram o alerta, mas a recomendação reforça a gravidade do cenário atual.
Para mais informações, cidadãos americanos devem consultar o site oficial do Departamento de Estado ou entrar em contato com a embaixada americana mais próxima, localizada em países vizinhos, como Colômbia.
Grok/X















