Agência do INSS em Rondonópolis — Foto: Reprodução/TVCA
O governo Lula implementou medidas para conter a fila do INSS e desacelerar o aumento dos gastos com benefícios previdenciários e assistenciais. Sob orientação da Casa Civil e do Ministério da Fazenda, o INSS priorizou, a partir de junho de 2024, revisões de benefícios e apurações de irregularidades no programa de enfrentamento à fila, que paga bônus a servidores por análises extras.
Ofícios obtidos pela Folha de S.Paulo via Lei de Acesso à Informação confirmam essa ordem de preferência, com o objetivo de moderar despesas no curto prazo devido a restrições orçamentárias. A estratégia gerou economia imediata, mas pode aumentar custos futuros com correção monetária e juros para segurados.
A medida causou tensões internas, com divergências entre técnicos do INSS, Fazenda e Casa Civil, e foi criticada pelo ex-ministro Carlos Lupi, que acatou a decisão por ser governamental. Apesar da promessa de campanha de zerar a fila, esta voltou a crescer, atingindo 2,042 milhões de pedidos em dezembro de 2024, influenciada por greves e aumento de requerimentos.
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