|
Indicador
|
Valor em agosto 2025
|
Variação em relação a julho
|
Observação
|
|---|---|---|---|
|
Nível de atividade
|
46 pontos
|
-3,5 pontos
|
Pior agosto desde 2016 (9 anos).
|
|
Número de empregados
|
46,3 pontos
|
-3,8 pontos
|
Queda expressiva; menor para o mês em 7 anos.
|
|
Utilização da Capacidade Operacional (UCO)
|
66%
|
-2 pontos percentuais
|
Menor nível para agosto em 3 anos.
|
Esses números refletem um setor pressionado, com redução na produção, demissões e ociosidade em alta.Expectativas para os próximos meses (setembro):As perspectivas dos empresários também azedaram, com todos os índices de expectativa abaixo ou próximos da linha de 50 pontos (estabilidade). Há uma visão de estagnação ou leve retração:
- Novos empreendimentos e serviços: 49,2 pontos (-0,9 ponto).
- Número de empregados: 50,2 pontos (-0,6 ponto) – expectativa de estabilidade.
- Nível de atividade: 50,7 pontos (-0,7 ponto).
- Compras de matérias-primas: 49,4 pontos (-0,4 ponto).
Por outro lado, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) da Construção subiu ligeiramente 1,2 ponto para 47 pontos em setembro, sugerindo uma falta de confiança menos intensa que no mês anterior, mas ainda negativa.Causas apontadas pela CNI:O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, atribui o desempenho ruim principalmente à elevação da taxa de juros (Selic em alta), que encarece o crédito para investimentos e reduz o ritmo da demanda por imóveis e obras. Isso afeta tanto construtoras quanto compradores, criando um ciclo de retração.















