14 de junho de 2025 – Israel anunciou oficialmente que alcançou domínio aéreo sobre a metade ocidental do Irã, incluindo a capital Teerã, após a “Operação Leão Ascendente”, iniciada na sexta-feira, 13 de junho. A ofensiva, descrita como a maior operação militar de Israel contra o Irã, destruiu dezenas de radares e sistemas de defesa aérea, incluindo os avançados S-300 de fabricação russa, deixando o espaço aéreo iraniano altamente vulnerável.
O Exército de Defesa de Israel (IDF) divulgou mapas detalhando os alvos atingidos, que incluíram sítios nucleares, instalações de produção de mísseis e bases militares estratégicas.
Detalhes da Operação
Segundo o IDF, a operação envolveu mais de 200 caças, incluindo F-35 Lightning II, F-15 e F-16, que percorreram cerca de 2.000 km para atingir alvos em províncias como Teerã, Ilam, Khuzestan, Qom, Kermanshah e Hamadan. O ataque, iniciado às 2h15 de sexta-feira (horário local), foi executado em múltiplas ondas, começando com a destruição de sistemas de radar na Síria e no Iraque, o que abriu caminho para os caças israelenses. Fontes militares afirmam que a operação foi planejada durante anos, com o Mossad contrabandeando drones e mísseis de precisão, como o Rafael Spike NLOS, para bases secretas próximas a Teerã.
Os principais alvos incluíram:
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Natanz: A instalação de enriquecimento de urânio foi destruída, com relatos de contaminação química e radiológica, embora “controlável”, segundo Rafael Grossi, da AIEA.
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Fordow: O sítio nuclear fortificado sofreu ataques, mas autoridades iranianas negam danos significativos.
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Parchin e Khojir: Bases militares secretas ligadas ao programa nuclear e à produção de mísseis balísticos foram danificadas, com pelo menos dois edifícios destruídos em cada local.
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Defesas aéreas: Todos os quatro sistemas S-300 do Irã, localizados em Teerã, Isfahan e outros pontos estratégicos, foram destruídos, junto com dezenas de radares, incluindo os Tin Shield e Big Bird.
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Fábricas de mísseis e drones: Instalações em Shamsabad, Parchin e Khojir, responsáveis pela produção de mísseis balísticos de propelente sólido e drones, foram severamente danificadas, comprometendo a capacidade do Irã de reabastecer seu arsenal.
O chefe do Estado-Maior do IDF, Eyal Zamir, declarou que “a estrada para Teerã foi pavimentada”, sinalizando que Israel agora pode operar com maior liberdade no espaço aéreo iraniano. O IDF também destacou avanços em inteligência em tempo real, permitindo a identificação precisa de alvos móveis, como lançadores de mísseis.
Custo Humano e Impactos
Os ataques israelenses resultaram na morte de 78 pessoas, incluindo 20 crianças, e mais de 320 feridos, segundo o embaixador iraniano na ONU, Amir Saeid Iravani. Entre os mortos estão o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas do Irã, Mohammad Bagheri, o comandante da Guarda Revolucionária, Hossein Salami, e seis cientistas nucleares, incluindo Fereydoun Abbasi, ex-chefe da Organização de Energia Atômica do Irã.
Em retaliação, o Irã lançou mais de 100 mísseis balísticos e drones contra Israel na noite de sexta-feira, matando pelo menos três pessoas e ferindo 41 em cidades como Tel Aviv e Jerusalém. Apesar das defesas aéreas de Israel, como o Iron Dome e o Arrow, alguns mísseis atingiram alvos, incluindo a área de Kirya, onde fica a sede do IDF.
Reações e Consequências
O Irã minimizou os danos, afirmando que suas defesas aéreas neutralizaram a maioria dos ataques, mas imagens de satélite e análises independentes confirmam danos significativos em Natanz, Parchin e Khojir. O Líder Supremo Ali Khamenei prometeu uma resposta “dura”, mas pediu que os ataques não fossem “exagerados nem minimizados”. A mídia estatal iraniana mostrou cenas de normalidade em Teerã, mas há relatos de censura e proibição de compartilhar imagens dos ataques.
Os EUA, embora não diretamente envolvidos, foram informados previamente por Israel e forneceram apoio de inteligência, segundo fontes. O presidente Donald Trump alertou o Irã que “só vai piorar” se não negociar um acordo nuclear, enquanto o secretário de Estado Marco Rubio negou participação militar americana. A ONU, por meio de Grossi, expressou preocupação com ataques a instalações nucleares, pedindo contenção.
Implicações Estratégicas
A destruição das defesas aéreas iranianas, especialmente os sistemas S-300, deixa o Irã vulnerável a futuros ataques, com especialistas estimando que a substituição dos equipamentos, fornecidos pela Rússia, pode levar anos. A perda de fábricas de mísseis e a morte de líderes militares e cientistas nucleares representam um golpe significativo para o Irã, limitando sua capacidade de sustentar trocas de longo alcance com Israel.
Israel, por sua vez, demonstrou capacidade de realizar operações complexas a milhares de quilômetros, com o uso de drones infiltrados pelo Mossad e ataques coordenados. Analistas sugerem que a operação foi um recado claro: Israel pode atingir alvos estratégicos no Irã com precisão, enquanto Teerã enfrenta dificuldades para se defender.
Perspectivas
A escalada elevou os temores de uma guerra regional. O Irã pode recorrer a proxies como o Hezbollah ou os Houthis para retaliar, mas ambos estão enfraquecidos após conflitos recentes. O fechamento do Estreito de Ormuz permanece uma ameaça, com impactos potenciais no mercado global de petróleo, que já registrou alta de 10% nos preços.
Enquanto Israel planeja intensificar operações em Teerã nas próximas 24 horas, segundo fontes militares, o Irã enfrenta um dilema: responder diretamente e arriscar mais perdas ou buscar de-escalada em negociações nucleares, que estavam marcadas para domingo em Mascate, mas agora estão incertas.
Fontes: Informações baseadas em relatórios da Reuters, The New York Times, The Jerusalem Post, CBS News, NPR e postagens no X até 14 de junho de 2025.
Nota: Para atualizações, consulte fontes confiáveis como Reuters, BBC ou Al Jazeera. A situação é dinâmica, e novas informações podem alterar o cenário descrito.
Grok/X















