O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu aprovou um novo plano de ataque ao Irã, com o exército de Israel em estado de alerta máximo, de acordo com relatórios recentes.
Durante uma reunião com o presidente Donald Trump em dezembro de 2025, Netanyahu discutiu explicitamente a possibilidade de um “round 2” de strikes contra o Irã em 2026, focando em alvos nucleares e militares remanescentes.
Trump, que retomou a política de “pressão máxima” contra Teerã, afirmou que os EUA estariam “prontos para apoiar Israel” e considerariam ações diretas se o regime iraniano reprimir violentamente os manifestantes ou avançar em seu programa nuclear.
Autoridades iranianas reagiram com ameaças, afirmando que qualquer intervenção dos EUA ou Israel poderia levar a ataques contra interesses americanos no Oriente Médio.
O ministério das Relações Exteriores do Irã acusou os líderes israelenses e americanos de “incitamento à violência” e interferência nos protestos internos, que já se espalharam por mais de 30 cidades e resultaram em pelo menos 17 mortes.
Banners em Teerã alertam que soldados americanos e israelenses “poderão ser mortos” em caso de ação militar.
Analistas apontam que a combinação de colapso econômico no Irã – com inflação acima de 40% e desvalorização do rial – e derrotas regionais, como a queda de Bashar al-Assad na Síria, enfraqueceu o “Eixo da Resistência” (incluindo Hezbollah e Hamas), criando uma janela de oportunidade para Israel e EUA.
No entanto, uma nova guerra poderia escalar rapidamente, envolvendo proxies regionais e até potências como a Rússia ou China.
O desfecho depende de como o regime de Khamenei gerencia os protestos e se evita uma repressão que justifique intervenção externa. A situação permanece volátil, com o mundo observando de perto.















