(Foto: Ricardo Stuckert/PR)
A afirmação de que a taxa de juros média sob os governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é a maior do século XXI é correta, com base em dados do Banco Central e análises econômicas.
Abaixo, apresento um resumo objetivo e conciso, com médias da Selic (taxa básica de juros do Brasil) durante os mandatos de Lula e uma comparação com outros governos:Taxa de Juros Média nos Governos Lula
- Primeiro Mandato (2003-2006): Média da Selic de 18,7% ao ano, a mais alta do século XXI. Contexto: crise herdada do governo FHC, com incertezas econômicas e inflação elevada (pico de 26,5% em 2003).
- Segundo Mandato (2007-2010): Média de 11,1% a 11,8% ao ano, ainda elevada, mas menor, beneficiada por estabilidade econômica e reservas internacionais.
- Terceiro Mandato (2023-atual): Média estimada de 12,25% a 12,5% ao ano, a segunda maior do século. Contexto: ciclo de aperto monetário iniciado no governo Bolsonaro (Selic a 13,75% em 2022) e pressões fiscais.
Comparação com Outros Governos
- Fernando Henrique Cardoso (2001-2002): Média de 18,6%, próxima à do primeiro mandato de Lula.
- Dilma Rousseff (2011-2016): Média de 9,9% (1º mandato) e 13,8% (2º mandato).
- Michel Temer (2016-2018): Média de 10,9%.
- Jair Bolsonaro (2019-2022): Média de 6,6%, a menor do século, influenciada por juros baixos (2%) durante a pandemia.
Fatores Explicativos
- Cenário Global: Juros neutros mais altos pós-pandemia (5-6% globalmente) e prêmio de risco elevado no Brasil devido a incertezas fiscais.
- Política Fiscal: Gastos públicos expansionistas e aumento da dívida pública pressionam as expectativas de inflação, exigindo juros altos.
- Inflação: Apesar dos juros elevados, a inflação média no terceiro mandato de Lula (4,9%) é a menor do século, indicando eficácia no controle de preços.
ConclusãoOs governos de Lula têm, de fato, a maior média de juros do século XXI, puxada principalmente pelo primeiro mandato (18,7%) e pelo atual (12,25-12,5%). Contudo, o contexto econômico, como crises herdadas e pressões fiscais, é crucial para entender esses números.
Para dados detalhados, consulte o Banco Central ou fontes como Poder360 e CNN Brasil.
Grok/X















