Foto: Ricardo Stuckert/PR
o governo Lula 3 acumula R$ 387,8 bilhões em gastos fora da meta fiscal até 2026 está correta, conforme reportagens recentes. Esse montante inclui despesas não contabilizadas nas regras fiscais, com destaque para o pacote “Brasil Soberano”, anunciado em 13 de agosto de 2025, que destina R$ 9,5 bilhões para mitigar os impactos das tarifas impostas por Donald Trump. Desses, R$ 4,5 bilhões são aportes em fundos garantidores e R$ 5 bilhões em renúncias fiscais do programa Reintegra, ambos fora da meta fiscal.
Outros gastos significativos incluem:
- PEC da Transição (2023): R$ 145 bilhões para programas como Bolsa Família e Farmácia Popular.
- Precatórios: R$ 92,4 bilhões em 2023, com projeção de mais R$ 55 bilhões em 2026, devido ao pagamento de dívidas judiciais adiadas no governo Bolsonaro.
- Calamidade no Rio Grande do Sul: R$ 29 bilhões em 2024 para reconstrução.
- Fraudes no INSS: Até R$ 4 bilhões em ressarcimentos a aposentados.
Especialistas, como Fábio Serrano (BTG Pactual) e Tiago Sbardelotto (XP Investimentos), criticam a prática de excluir gastos da meta, alegando que ela enfraquece a credibilidade fiscal, já que o déficit real impacta a dívida pública, mesmo que a meta seja formalmente cumprida. O Ministério da Fazenda justifica que 87% desse valor (R$ 337 bilhões) decorre da necessidade de corrigir “calotes” de precatórios e recompor despesas essenciais do governo anterior. Há risco de o montante crescer com novas concessões no Congresso, especialmente com as eleições de 2026.
Grok/X















