o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foi alvo de sanções dos Estados Unidos, conforme noticiado em 30 de julho de 2025. As sanções, impostas sob a Lei Magnitsky, incluem proibição de entrada nos EUA, bloqueio de bens em instituições financeiras americanas e isolamento financeiro, motivadas por acusações de violações de direitos humanos, como detenções arbitrárias e supressão da liberdade de expressão.
O governo americano, sob a administração de Donald Trump, justificou as medidas apontando para ações de Moraes, como ordens de remoção de contas em redes sociais e a condução de investigações contra Jair Bolsonaro, aliado de Trump, por tentativa de golpe de estado. A decisão foi anunciada após declarações do Secretário de Estado Marco Rubio, que já havia indicado a possibilidade de sanções em maio de 2025.
O governo brasileiro, por meio do Itamaraty, classificou as sanções como uma interferência inaceitável na soberania judicial do Brasil, alertando para um possível agravamento das relações bilaterais. Apesar de Moraes não possuir bens nos EUA, o que limita o impacto financeiro imediato, as sanções podem afetar transações em bancos brasileiros que operam com o sistema financeiro americano.
A medida gerou reações polarizadas. No Brasil, apoiadores de Lula e setores da esquerda veem Moraes como defensor da democracia contra desinformação e tentativas de golpe, enquanto a direita, incluindo aliados de Bolsonaro, celebra as sanções, acusando-o de censura e abuso de poder. No cenário internacional, a situação intensifica o debate sobre liberdade de expressão versus regulação digital, com figuras como Elon Musk criticando Moraes publicamente.
Grok/X















