Divulgação PF
Perícia apontou que dispositivo apreendido em banheiro do ex-presidente não contém arquivos úteis para a investigação. Bolsonaro havia negado saber da existência do item e disse que perguntaria a Michelle se era dela. Análise sobre o celular ainda não terminou.
A perícia realizada pela Polícia Federal no pen drive apreendido em 18 de julho de 2025, no banheiro da residência de Jair Bolsonaro em Brasília, concluiu que o dispositivo não contém arquivos úteis para a investigação em curso.
Essa informação alinha-se com a ausência de detalhes relevantes divulgados oficialmente sobre o conteúdo do pen drive, reforçando que especulações sobre ele conter músicas gospel ou fotos de família, como circulou em redes sociais, não têm fundamento oficial.
Jair Bolsonaro, ao ser questionado, negou saber da existência do pen drive, afirmando que “nunca abriu um pen drive na vida” e que consultaria sua esposa, Michelle Bolsonaro, sobre a possível propriedade do item.
Grok/X















