Presidente Lula (YouTube/Lula/Reprodução)
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A 16ª Cúpula do Brics, realizada no Rio de Janeiro em 6 e 7 de julho de 2025, enfrentou desafios significativos para manter uma agenda coesa, sendo considerada “esvaziada” devido à ausência de líderes-chave e ao contexto geopolítico complexo.
Sob a presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, o evento buscava avançar pautas como desdolarização, regulação de inteligência artificial, financiamento climático e reforma da governança global.
No entanto, a falta de presidentes como Vladimir Putin (Rússia), Xi Jinping (China), e líderes do Irã e Egito reduziu o peso político da reunião. Putin participou por videoconferência devido a um mandado do TPI, enquanto tensões no Oriente Médio e ameaças comerciais de Donald Trump contra moedas alternativas ao dólar criaram entraves.
O Brics, que representa 36% do PIB global em paridade de poder de compra, enfrentou divisões internas entre países com agendas antiocidentais (Rússia, China, Irã) e aqueles com posturas multilateralistas (Brasil, Índia, África do Sul). Questões bilaterais, como a cobrança do Brasil à Indonésia pela morte de uma brasileira, e desafios domésticos de Lula, incluindo queda de popularidade, também ofuscaram o evento. Posts em X destacaram a percepção de fracasso, com críticas à falta de líderes de peso e à perda de prestígio da diplomacia brasileira. Assim, a cúpula teve dificuldade em alcançar resultados concretos, refletindo as tensões e limitações do bloco em um cenário pós-guerra.
Grok/X















