Donald Trump anunciou, por meio de sua plataforma Truth Social, a intenção de impor tarifas adicionais e restrições à exportação de tecnologia, incluindo chips, contra países que implementam regulamentações ou impostos digitais considerados discriminatórios contra empresas de tecnologia americanas.
O Brasil, devido a recentes debates e ações judiciais envolvendo regulação de redes sociais, como as conduzidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo ministro Alexandre de Moraes, pode estar entre os alvos dessas medidas. A ameaça de Trump parece ter motivações tanto econômicas quanto políticas, incluindo críticas à condução do processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e alegações de censura a plataformas americanas.
Embora o Brasil já enfrente tarifas de 50% sobre cerca de 35% de suas exportações para os EUA, a inclusão de restrições tecnológicas pode impactar setores estratégicos, como tecnologia e agronegócio, que dependem de componentes americanos. O governo brasileiro, sob coordenação de Geraldo Alckmin, tem buscado diálogo com gigantes tech (como Apple, Google, Meta e Visa) para formular respostas, priorizando negociações bilaterais e evitando escaladas. Especialistas sugerem que o impacto econômico pode ser limitado, dado que 42% das exportações brasileiras aos EUA estão isentas, mas há receios de tensões diplomáticas e pressões políticas adicionais.
A situação permanece fluida, e o Brasil pode buscar soluções via diplomacia ou até recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC). No entanto, a retórica de Trump indica uma estratégia de pressão geopolítica, o que pode complicar as relações bilaterais.
Grok/X















