A visita de Trump, se confirmada, seria a primeira desde sua reeleição e marcaria um gesto de apoio explícito a Bolsonaro, a quem ele chama de “líder altamente respeitado”. Durante seu primeiro mandato, Trump recebeu Bolsonaro na Casa Branca em 2019 e em Mar-a-Lago em 2020, destacando a proximidade entre os dois. No entanto, a Suprema Corte do Brasil negou recentemente um pedido de Bolsonaro para recuperar seu passaporte e comparecer à posse de Trump em Washington, devido a investigações em curso que o consideram um risco de fuga.
O governo brasileiro não confirmou oficialmente a visita, e o Itamaraty não respondeu a questionamentos até o momento. Analistas alertam que a presença de Trump no Brasil pode escalar ainda mais as tensões políticas e comerciais, especialmente se interpretada como interferência em assuntos judiciais internos. A embaixadora brasileira nos EUA, Maria Luiza Viotti, representará o Brasil na posse de Trump em 20 de janeiro, já que Lula não foi convidado oficialmente.
A vinda de Trump ao Brasil, caso ocorra, promete ser um evento de grande impacto político, com potencial para aprofundar divisões internas e complicar as relações bilaterais. Setores econômicos, como café e petróleo, já expressam preocupação com os possíveis impactos de um conflito comercial prolongado.
Com informações de Reuters, BBC e postagens na plataforma X.















