Cientistas alertaram que a rotação da Terra está acelerando de forma inesperada, podendo levar ao dia mais curto já registrado em semanas, possivelmente em 9 ou 22 de julho, ou 5 de agosto de 2025, com reduções previstas de 1,30, 1,38 ou 1,51 milissegundos em relação às 24 horas padrão. O recorde anterior foi em 5 de julho de 2024, quando o dia foi 1,66 milissegundos mais curto. Desde 2020, a Terra tem girado mais rápido, contrariando a tendência histórica de desaceleração causada pela gravidade lunar.
A causa exata dessa aceleração permanece inexplicada, surpreendendo a comunidade científica. Fatores como o derretimento de geleiras, movimentos no núcleo líquido da Terra, correntes oceânicas e padrões climáticos, como o El Niño, podem influenciar, mas não explicam totalmente o fenômeno. A lua, em sua órbita mais distante do equador terrestre, pode estar relacionada às datas previstas para 2025.
Embora imperceptível no cotidiano, essa mudança afeta sistemas que dependem de precisão, como GPS, redes de comunicação e mercados financeiros. A aceleração pode exigir um “segundo bissexto negativo” (retirada de um segundo do tempo universal), algo inédito que pode causar falhas em sistemas tecnológicos. Cientistas continuam investigando, usando relógios atômicos e técnicas como interferometria de linha de base longa para monitorar essas variações. Posts em X refletem o espanto com a falta de explicação clara, destacando o impacto potencial em tecnologias modernas.
Em resumo, a aceleração da rotação terrestre é um fenômeno intrigante e sem causa definida, com implicações significativas para sistemas de alta precisão, enquanto a comunidade científica busca respostas.
Grok/X















