- Inversão de Siglas: As siglas de Mato Grosso (MT) e Mato Grosso do Sul (MS) foram trocadas, causando confusão na representação geográfica desses estados.
- Omissão do Acre: O estado do Acre não foi identificado por sua sigla, sendo representado apenas pelo nome de sua capital, Rio Branco, o que compromete a clareza da delimitação da Amazônia Legal.
- Outros Problemas: Além dos erros no mapa da Amazônia Legal, o IBGE também foi criticado por falhas em outros materiais, como o Atlas Geográfico Escolar de 2024, que continha erros na representação dos continentes.
Contexto da Amazônia LegalInstituída em 1953 pela Lei nº 1.806, a Amazônia Legal abrange 773 municípios e cerca de 5,01 milhões de km², correspondendo a 58,9% do território brasileiro. A região é fundamental para a conservação da maior floresta tropical do mundo e para o planejamento de políticas de desenvolvimento sustentável. O IBGE atualiza periodicamente os limites da Amazônia Legal com base na Malha Municipal, mas os erros de 2024 indicam falhas no processo de revisão e validação cartográfica.
Resposta do IBGEAté o momento, o IBGE não emitiu um comunicado oficial sobre as correções dos erros ou eventuais medidas para evitar falhas futuras. A ausência de resposta oficial intensificou as críticas, com especialistas cobrando maior rigor na produção de materiais cartográficos que servem como referência para o país.ImpactoOs erros no mapa da Amazônia Legal podem ter consequências significativas, incluindo:
- Desinformação: A confusão nas siglas e a omissão do Acre podem levar a erros em estudos acadêmicos e decisões políticas.
- Descredibilização: A falha reforça críticas à gestão do IBGE, que já enfrentou questionamentos por outros erros, como no Atlas Geográfico Escolar.
- Relações Internacionais: Em um contexto de debates globais sobre a Amazônia, mapas imprecisos podem prejudicar a imagem do Brasil em negociações ambientais.
A expectativa é que o IBGE corrija o mapa e implemente processos mais rigorosos de revisão para evitar novos equívocos. Enquanto isso, o caso continua a gerar debates sobre a qualidade dos dados oficiais produzidos pelo instituto.















